Responsabilidade compartilhada na nuvem: o que é papel do provedor e o que continua sendo da empresa – CL9 Tecnologias

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Responsabilidade compartilhada na nuvem: o que é papel do provedor e o que continua sendo da empresa

A responsabilidade compartilhada na nuvem é o modelo que define quais controles ficam sob responsabilidade do provedor de cloud e quais continuam sendo da empresa contratante em cada camada da infraestrutura.

A computação em nuvem trouxe mais flexibilidade, escalabilidade e segurança para organizações que precisam crescer, integrar equipes e responder rapidamente às demandas do mercado.

Mesmo assim, uma dúvida continua sendo comum: quem é responsável por proteger dados, aplicações, acessos e configurações quando parte da infraestrutura está sob gestão de um provedor?

Essa divisão vai muito além do contrato. Entender como ela funciona ajuda a evitar configurações vulneráveis, falhas de monitoramento, acessos indevidos e riscos que podem comprometer a continuidade da operação.

O que é responsabilidade compartilhada na nuvem? 

Na prática, a responsabilidade compartilhada distribui entre provedor e cliente as atividades relacionadas à segurança, disponibilidade e conformidade do ambiente em nuvem.

De forma simplificada, o provedor protege a infraestrutura que sustenta o serviço, enquanto a empresa continua responsável por tudo aquilo que configura, utiliza e administra dentro do ambiente contratado.

Em linhas gerais, a divisão costuma seguir este modelo:

Provedor: protege a infraestrutura física e os serviços sob sua administração.

Empresa: gerencia dados, usuários, identidades, permissões e configurações.

Responsabilidades compartilhadas: variam conforme o contrato e o modelo de serviço adotado.

Essa distribuição muda conforme a modalidade contratada.

Em soluções SaaS (Software as a Service), por exemplo, o provedor assume uma parcela maior das responsabilidades operacionais. Já em PaaS (Platform as a Service) e principalmente em IaaS (Infrastructure as a Service), a empresa passa a administrar uma parte maior do ambiente.

Por isso, compreender essa matriz antes da migração é essencial para manter uma estratégia consistente de segurança e governança.

O que fica sob responsabilidade do provedor? 

Na maioria dos serviços em nuvem, o provedor é responsável por proteger toda a infraestrutura física necessária para manter a operação disponível.

Isso normalmente inclui:

  • data centers,
  • servidores físicos,
  • armazenamento,
  • rede principal,
  • hardware,
  • camada de virtualização,
  • sistema operacional do host.

Além disso, o provedor costuma garantir:

  • segurança física dos data centers,
  • disponibilidade da infraestrutura contratada,
  • manutenção dos componentes sob sua gestão,
  • atualização dos recursos de infraestrutura.

Entretanto, esse escopo varia conforme o tipo de serviço contratado.

Por esse motivo, analisar o SLA e o contrato técnico é tão importante quanto avaliar os recursos oferecidos pela plataforma.

O que continua sendo responsabilidade da empresa? 

Mesmo utilizando uma infraestrutura em nuvem, a empresa continua responsável pela proteção dos recursos que administra diretamente.

Entre essas responsabilidades estão:

  • gestão de usuários e permissões,
  • controle de identidades e acessos,
  • proteção dos dispositivos utilizados pelos colaboradores,
  • configuração das aplicações,
  • gerenciamento dos dados armazenados,
  • políticas internas de segurança.

Além disso, boas práticas recomendam que a organização também seja responsável por:

  • implementar autenticação multifator (MFA),
  • aplicar o princípio do menor privilégio,
  • classificar e criptografar informações sensíveis,
  • realizar backups periódicos,
  • monitorar logs e eventos de segurança,
  • revisar continuamente configurações e permissões.

Essa responsabilidade cresce à medida que a empresa possui maior controle sobre o ambiente contratado.

Segundo uma pesquisa realizada pela TOTVS em parceria com a H2R, 77% das empresas brasileiras já utilizam serviços em nuvem. Esse cenário reforça a importância de compreender claramente essa divisão para reduzir riscos operacionais e fortalecer a segurança dos ambientes cloud.

Como a CL9 ajuda sua empresa a usar a nuvem com mais segurança? 

A CL9 Tecnologias auxilia empresas em todas as etapas da adoção da computação em nuvem, desde o planejamento da infraestrutura até a operação contínua dos ambientes.

Com o Cloud Profissional CL9, é possível administrar a infraestrutura por meio de uma plataforma centralizada, realizando atividades como:

  • criação e gerenciamento de servidores virtuais,
  • configuração de redes e firewall,
  • gerenciamento de backups e restauração,
  • reinicialização de ambientes,
  • administração centralizada dos recursos em nuvem.

Além da infraestrutura, a Consultoria CL9 apoia projetos em nuvens públicas, privadas e híbridas, ajudando empresas a definir arquiteturas mais eficientes, seguras e alinhadas às necessidades do negócio.

Com esse acompanhamento especializado, fica muito mais fácil compreender a responsabilidade compartilhada na nuvem e garantir que cada etapa da operação esteja protegida de forma adequada.

Quer migrar para a nuvem com mais segurança e clareza sobre as responsabilidades da sua empresa? Converse com os especialistas da CL9 Tecnologias e descubra como construir um ambiente cloud mais protegido, eficiente e preparado para crescer!

(Imagens: divulgação)

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